A Escola da Cidade em parceria com a Universidade alemã Hochschule Konstanz (HTWG) e apoio da Aliança Francesa, traz ao Brasil a exposição “résonance*_Charlotte Perriand e suas marcas no Brasil”, até 17 de dezembro.
A mostra itinerante apresenta vida e obra da designer francesa Charlotte Perriand, baseada na investigação da arquiteta suíça Myriam Gautschi, que tem sido aprofundada há três anos com os alunos da Universidade HTWG, onde Myriam leciona. Apresenta Charlotte Perriand, em design, sob o efeito de três culturas totalmente diferentes: Paris (1927-1937), os anos com o Le Corbusier e o Modernismo como base do seu pensamento; Tóquio (1940 - 46), a descoberta do vazio; Rio de Janeiro (1962-68), o Brasil representa a opulência, o amor à vida.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Pintura de pisos cimentados
Inicialmente, o cimentado deve ser lavado:
Superfícies lisas devem ser lavadas com ácido muriático, diluído na proporção de 4 partes de ácido para 1 de água, cuja solução deve ser esparramada igualmente por toda a área. A seguir, esfregar bem com uma vassoura de piaçaba, retirando qualquer parte solta e possíveis manchas. O enxágue deve ser feito com bastante água, eliminando todo o ácido.
Superfícies porosas podem ser varridas com a vassoura de piaçaba e, após retirar as partes soltas, esfregadas com água e sabão, tirando as manchas de gordura e graxa.
As tintas (acrílicas) devem ser bem misturadas, juntando-se, ao volume total de tinta, cerca de 30% a mais de água. A pintura deve ser feita com rolo de lã, sempre no mesmo sentido. Caso seja necessária uma segunda demão, a mistura deve ser feita com apenas 20% de água.
A pintura não deve ser feita em dias quentes, pois há o risco dela descascar. Acabada a pintura, esperar 24 horas para utilização do local (em caso de passagem de veículos, este prazo é de 72 horas).
Em caso de pisos que acabaram de ser feitos, é aconselhável esperar trinta dias antes de pintá-los.
O rendimento médio é de 30m² por galão de tinta, em uma demão.
A limpeza é simples, com água e sabão.
O mesmo processo pode ser utilizado para paredes externas e internas.
fonte: Construção & Reforma
Superfícies lisas devem ser lavadas com ácido muriático, diluído na proporção de 4 partes de ácido para 1 de água, cuja solução deve ser esparramada igualmente por toda a área. A seguir, esfregar bem com uma vassoura de piaçaba, retirando qualquer parte solta e possíveis manchas. O enxágue deve ser feito com bastante água, eliminando todo o ácido.
Superfícies porosas podem ser varridas com a vassoura de piaçaba e, após retirar as partes soltas, esfregadas com água e sabão, tirando as manchas de gordura e graxa.
As tintas (acrílicas) devem ser bem misturadas, juntando-se, ao volume total de tinta, cerca de 30% a mais de água. A pintura deve ser feita com rolo de lã, sempre no mesmo sentido. Caso seja necessária uma segunda demão, a mistura deve ser feita com apenas 20% de água.
A pintura não deve ser feita em dias quentes, pois há o risco dela descascar. Acabada a pintura, esperar 24 horas para utilização do local (em caso de passagem de veículos, este prazo é de 72 horas).
Em caso de pisos que acabaram de ser feitos, é aconselhável esperar trinta dias antes de pintá-los.
O rendimento médio é de 30m² por galão de tinta, em uma demão.
A limpeza é simples, com água e sabão.
O mesmo processo pode ser utilizado para paredes externas e internas.
fonte: Construção & Reforma
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Acabamentos para Portas de Madeira
O acabamento em portas é algo que trará um destaque maior na decoração de sua casa, a dica é ser sempre sutil e utilizar um padrão para todas as portas.
Um acabamento simples é muito bom é utilizar a aplicação de verniz fosco ou brilhante.
Na hora de colorir uma porta o ideal é utilizar tintas tipo latex acrílico pois filtram os raios ultravioleta.
Em portas que ficam frequêntemente fechadas uma idéia é colocar vidro, preferindo os temperados.
O mais importante além de tudo é deixar as portas sempre bem tratadas e conservadas para evitar ataques de cupins e assim durar muito mais.
fonte: Construção e Reforma
Um acabamento simples é muito bom é utilizar a aplicação de verniz fosco ou brilhante.
Na hora de colorir uma porta o ideal é utilizar tintas tipo latex acrílico pois filtram os raios ultravioleta.
Em portas que ficam frequêntemente fechadas uma idéia é colocar vidro, preferindo os temperados.
O mais importante além de tudo é deixar as portas sempre bem tratadas e conservadas para evitar ataques de cupins e assim durar muito mais.
fonte: Construção e Reforma
Consumo de Energia
A iluminação de uma residência é responsável pela maior parte do consumo de energia elétrica. Mas reduzir o consumo não significa necessariamente reduzir a iluminação. É possível reduzir consumo de energia em iluminação, sem diminuir os seus benefícios. Basta utilizar a iluminação adequadamente, ou seja, planejar suas necessidades, obtendo um resultado melhor e ainda com economia no consumo de energia elétrica.
- Utilize níveis de iluminação adequados a cada ambiente.
- Ao sair do ambiente não se esqueça de desligar as luzes, exceto aquelas que contribuam para a segurança.
- Aproveite, sempre que possível, a iluminação natural. Abra as janelas, cortinas e persianas.
- Use cores claras no teto e nas paredes internas. Elas refletem melhor a luz.
- Limpe regularmente luminárias, globos e arandelas para ter um bom nível de iluminação.
- Utilize somente lâmpadas com voltagem (volts) compatível com a voltagem da rede da concessionária.
- Na iluminação externa utilize fotocelulares para ligar e desligar automaticamente as lâmpadas.
- A iluminação deve ser adequada a cada tipo de ambiente, pois tanto a falta como o excesso são prejudiciais aos olhos.
- Prefira as lâmpadas fluorescentes compactas ou circulares (para cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro local que fique com as luzes acesas mais de quatro horas por dia), pois são as mais eficientes que existem para iluminação residencial e, além de reduzirem o consumo, duram até dez vezes mais que as lâmpadas incandescentes.
fonte: Construção e Reforma
- Utilize níveis de iluminação adequados a cada ambiente.
- Ao sair do ambiente não se esqueça de desligar as luzes, exceto aquelas que contribuam para a segurança.
- Aproveite, sempre que possível, a iluminação natural. Abra as janelas, cortinas e persianas.
- Use cores claras no teto e nas paredes internas. Elas refletem melhor a luz.
- Limpe regularmente luminárias, globos e arandelas para ter um bom nível de iluminação.
- Utilize somente lâmpadas com voltagem (volts) compatível com a voltagem da rede da concessionária.
- Na iluminação externa utilize fotocelulares para ligar e desligar automaticamente as lâmpadas.
- A iluminação deve ser adequada a cada tipo de ambiente, pois tanto a falta como o excesso são prejudiciais aos olhos.
- Prefira as lâmpadas fluorescentes compactas ou circulares (para cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro local que fique com as luzes acesas mais de quatro horas por dia), pois são as mais eficientes que existem para iluminação residencial e, além de reduzirem o consumo, duram até dez vezes mais que as lâmpadas incandescentes.
fonte: Construção e Reforma
Centro de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro
O Centro de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro tem como finalidade básica a produção, reprodução e disseminação do conhecimento sobre história urbana e arquitetônica em geral e da cidade em particular. Responsabiliza-se pela realização de eventos e publicações sobre arquitetura e urbanismo e ainda por prestar assistência a pesquisadores, estudantes e ao público sobre assuntos de sua competência.
Em janeiro de 1997, já na administração do Prefeito Luiz Paulo Conde, o prédio construído em 1879 por Joaquim Fonseca Guimarães, foi cedido em comodato à municipalidade, sendo gerido pela Secretaria Municipal de Urbanismo, que instalou no palacete o Centro de Arquitetura e Urbanismo que teve sua inauguração em novembro de 1997.
No século XX, abrigou o tradicional Colégio Jacobina, que aí funcionou até meados da década de 1980.
Em 1995 foi empreendido minucioso trabalho de consolidação e restauração das fachadas do palacete, tombadas em 1985, e para seu interior projetou-se um espaço de 315 m2 divididos em 4 salas destinado a receber exposições de arquitetura e urbanismo.
A implantação do Centro de Arquitetura e Urbanismo é atualmente exemplo de uma bem sucedida operação urbana, definida para viabilizar a preservação de um bem histórico, patrimônio da Cidade do Rio de Janeiro.
clique aqui saiba mais
Em janeiro de 1997, já na administração do Prefeito Luiz Paulo Conde, o prédio construído em 1879 por Joaquim Fonseca Guimarães, foi cedido em comodato à municipalidade, sendo gerido pela Secretaria Municipal de Urbanismo, que instalou no palacete o Centro de Arquitetura e Urbanismo que teve sua inauguração em novembro de 1997.
No século XX, abrigou o tradicional Colégio Jacobina, que aí funcionou até meados da década de 1980.
Em 1995 foi empreendido minucioso trabalho de consolidação e restauração das fachadas do palacete, tombadas em 1985, e para seu interior projetou-se um espaço de 315 m2 divididos em 4 salas destinado a receber exposições de arquitetura e urbanismo.
A implantação do Centro de Arquitetura e Urbanismo é atualmente exemplo de uma bem sucedida operação urbana, definida para viabilizar a preservação de um bem histórico, patrimônio da Cidade do Rio de Janeiro.
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A arquitetura do “Nosso Lar”
O filme “Nosso Lar” foi visto por 1,6 milhões de pessoas e acumula renda de R$ 16, 2 milhões [1]. Como professor de arquitetura, observo muito o que se passa nos filmes, relacionado com a minha matéria. E confesso que fiquei muito decepcionado com o que é mostrado no filme como sendo a arquitetura de um plano mais elevado que o nosso. Fiquei pensando: “Você não precisa morrer para desfrutar dessas maravilhas arquitetônicas; basta ir a Dubai. Dubai é o nosso lar”. Pelo menos é esta a arquitetura de lá. E outra. Quando o Santiago Calatrava morrer, o que espero que demore bastante, ele terá trabalho garantido no plano mais elevado.
Nosso Lar. Imagem <1.bp.blogspot.com> e Dubai. Imagem <dreamfeel.files.wordpress.com>
Afinal de contas, aqueles edifícios são o superlativo do que a mais próspera sociedade liberal, o mais afluente capitalismo das grandes metrópoles, os mais delirantes incorporadores sonham para as suas realizações comerciais. Fico pensando se isto tem a ver com o mundo espiritual. Se aquela arquitetura ociosa estruturalmente, arrogante formalmente, monumental e exibicionista é aquela que representa os valores transmitidos pela idéia do filme.
Foi dito que o mapa da cidade, bem como a arquitetura das edificações foram criados pela médium Heigorina Cunha através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (desdobramento) em 1979.[2] Pode tratar-se do caso de formas pensamento, de que nos fala a Teosofia. O que quer dizer que pode ser uma criação mental, e não uma visão objetiva.
Não se trata, obviamente, de especulações sobre uma outra vida, mas das representações que aqui temos dela, que, obviamente, correspondem ao que pensamos de mais avançado. E constatamos que muita gente ainda continua a aplicar aos níveis de representação aqueles parâmetros do crescimento ilimitado que atribuímos às ciências, mas não às artes. Mais avançado, para as pessoas que assim concebem o mundo é a ultra-tecnologia, não o conhecimento aplicado para o seu o controle.
(E) Edifício administrativo do Nosso Lar. Imagem <1.bp.blogspot.com> e (D) Cidade das Artes de Valência, de Santiago Caltrava. Imagem <www.bloggersbase.com>
Estamos ainda presos às idéias da Modernidade, segundo a qual a natureza deveria ser domesticada e submetida à vontade do homem. Passa longe de nós as idéias de um maior convívio com o meio ambiente, menos intervencionismo.
O livro em si não se detém muito nestes aspectos tecnológicos. Exceção se faça ao aeróbus, veículo “suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros.” O hospital, que mais lembrava espacialmente, no filme, uma enfermaria oitocentista não é descrito no livro. De nada adianta aos arquitetos estarem preocupados com dotar os hospitais de um ambiente mais aconchegante e humano. No plano astral, segundo os criadores do filme, ele será daquele jeito mesmo que conhecemos, tipo panótico, gélido e asséptico. Assim como a fila tipo INSS para falar com o Ministro do Auxílio Paulo Goulart, que no filme parecem horas de espera num banquinho desconfortável, no livro são apenas alguns minutos. Menos Sr. diretor.
fonte: Coisas de arquitetura
DICAS DE TINTAS
Diluição : A medida certa.
Para que uma pintura atinja os resultados desejados não basta apenas usar uma tinta de boa qualidade. Há procedimentos que garantem uma pintura bonita, resistente e eficaz. Na hora de preparar a tinta, é preciso dar atenção especial à sua diluição. Não existe segredo, as recomendações do fabricante estão impressas no rótulo, mas nem sempre temos tempo ou 'gostamos' de ler as instruções . Erros na diluição de tinta são mais frequentes do que se imagina. Água demais ou de menos pode acabar com a pintura e com o bolso.
Aguarrás em excesso também provoca estragos. E há que prestar atenção ainda às quantidades diferentes de diluente em cada demão.
Para diluir a tinta, multiplique o contéudo da lata pela porcentagem indicada para cada produto nas tabelas ( Diluição com Água e Diluição com Aguarrás ).
Exemplo : Para diluir uma lata de 3,6 litros de Suvinil Látex PVA, multiplique 3,6 por 30% ( Tabela ) .
O resultado será aproximadamente de 1 litro ou 5 copos de água.
Cuidado!! Resultados indesejados podem ocorrer se a diluição for feita de forma errada.
fonte: MascaroLar
Para que uma pintura atinja os resultados desejados não basta apenas usar uma tinta de boa qualidade. Há procedimentos que garantem uma pintura bonita, resistente e eficaz. Na hora de preparar a tinta, é preciso dar atenção especial à sua diluição. Não existe segredo, as recomendações do fabricante estão impressas no rótulo, mas nem sempre temos tempo ou 'gostamos' de ler as instruções . Erros na diluição de tinta são mais frequentes do que se imagina. Água demais ou de menos pode acabar com a pintura e com o bolso.
Aguarrás em excesso também provoca estragos. E há que prestar atenção ainda às quantidades diferentes de diluente em cada demão.
Para diluir a tinta, multiplique o contéudo da lata pela porcentagem indicada para cada produto nas tabelas ( Diluição com Água e Diluição com Aguarrás ).
Exemplo : Para diluir uma lata de 3,6 litros de Suvinil Látex PVA, multiplique 3,6 por 30% ( Tabela ) .
O resultado será aproximadamente de 1 litro ou 5 copos de água.
Cuidado!! Resultados indesejados podem ocorrer se a diluição for feita de forma errada.
fonte: MascaroLar
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